segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Mix de comunicação

A importância da comunicação na gestão das marcas de moda

·         * Informar os consumidores da existência do produto e das suas características objetivas.

·       * Persuadir: Etapa essencial na moda, pois é quando entram no jogo o recurso à motivação e as estratégias de sedução tão características do setor.

·  *     Educar: Proporcionar formatos para que os consumidores saibam avaliar e analisar a natureza do produto e os seus objetivos.
·          
Convém não esquecer que o objetivo final é vender os produtos, sendo a comunicação um elemento chave para estimular a procura.

O mix de comunicação

Publicidade
Objetivo: fortalecer a imagem da marca. Poderá ser usada como suporte de outras peças de comunicação como o merchandising ou material de ponto de venda.
No que diz respeito à comunicação das marcas de moda, a publicidade é a ferramenta de comunicação que impera no setor, principalmente com a vinculação da mensagem nos canais de comunicação convencionais para assim conseguir cobrir a maior parte da audiência, obter uma grande visibilidade e a recordação da marca.

Promoções de vendas
Objetivo: produzir um impacto direto no comportamento dos clientes.

Assessoria de Imprensa
Objetivo: estabelecer um relacionamento construtivo entre a empresa e formadores de opinião. Por meio da produção e distribuição de press-releases, artigos assinados e contatos pessoais entre jornalistas e executivos, a assessoria de imprensa fornecerá, aos veículos de comunicação, informações precisas sobre a empresa potencializando sua exposição na mídia e evitando interpretações equivocadas sobre sua atuação.

Relações Públicas
Objetivo: avaliar as atitudes do público, identificar as políticas de relacionamento para com o respectivo público-alvo, e planejar e executar um programa de ação para ganhar a compreensão e aceitação do dito público. Assim, o objetivo passa a não ser a venda do produto, mas sim estabelecer e manter uma imagem positiva da organização junto aos seus diferentes públicos.
Formas de publicidade:
(1)  Aparecer nas reportagens de moda – editoriais.
(2)  Aparecer em personagens conhecidas numa situação da sua vida social ou profissional.
(3)  Aparecer de maneira informacional em artigos sobre a marca.
(4)  Patrocínio a celebridades.
(5)  Vinculação dos produtos em filmes, séries, novelas ou programas de televisão.
(6)  Participar de atividades relacionadas ao setor junto a entidades de classe, órgãos públicos e comunidade em geral.

Marketing direto
Objetivo: promover comunicação direcionada com os público-alvos.

Internet
Objetivo: promover a imagem da marca, segmentar, oferecer promoções, comunicar, disponibilizar informação detalhada e permitir a venda de produtos/serviços
O ideal é que a internet combine todas as ferramentas de comunicação:
(1)  Relações públicas – quando disponibiliza informação institucional sobre a empresa.
(2)  Publicidade – combina formas como: banner ( a forma mais utilizada), pop-up (pequenas janelas que aparecem quando do acesso a determinados sites), tecnologias push ( “personificação” do site com determinada informação que interesse ao ser procurada), links ( ligações), newsletter ( comunicação enviada aos cadastrados para recebê-la).
(3)  Promoção de vendas – com ofertas especiais e exclusivas do site.
(4)  É um meio que apoia e suporta a Venda Pessoal.

Venda pessoal
A venda pessoa é considerada uma ferramenta de comunicação pois envolve vender através de um processo de comunicação pessoal.

Merchandising
É a apresentação da loja e da mercadoria de forma a atrair a atenção dos potenciais consumidores e motivá-los a fazerem uma escolha, servindo muitas das vezes para comunicar a marca e diferenciá-la da concorrência.

Design de loja
O propósito é a criação dum ambiente original, único, funcional e amplo, onde o consumidor circule livremente e visualize claramente o produto.

Outros formatos de comunicação
·         Catálogos
·         Desfiles
·         Outdoor
·         Banners


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

BNDES cria programa para financiar design, moda e marcas

Com orçamento de R$ 500 milhões e taxas atrativas, Prodesign busca estimular aumento da competitividade de empresas brasileiras.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de lançar o Programa BNDES de Apoio a Investimentos em Design, Moda e Fortalecimento de Marcas (BNDES Prodesign). Com orçamento de R$ 500 milhões, o novo produto tem um dos mais baixos custos de crédito do Banco (TJLP, atualmente em 5% ao ano, mais 0,9% mais taxa de risco, de acordo com o rating da empresa). O custo reflete a importância dada pelo BNDES aos investimentos intangíveis ligados à qualidade, agregação de valor e competitividade.

O BNDES Prodesign apoiará investimentos em design, moda, desenvolvimento de produtos, diferenciação e fortalecimento de marcas em projetos de investimentos das seguintes cadeias produtivas: têxtil e de confecções, calçadista, moveleira, de higiene pessoal, de perfumaria e cosméticos, de utilidades domésticas, de brinquedos, de metais sanitários, de jóias, relojoeira, de embalagens, de eletrodomésticos e de revestimentos cerâmicos.

Com isso, o novo programa contribuirá para a crescente profissionalização do marketing e do planejamento estratégico das empresas brasileiras. O design tornou-se item relevante para as cadeias produtivas da indústria de bens de consumo, enquanto a segmentação e diferenciação passaram a exigir elevado grau de conhecimento do perfil do cliente, demandando novos investimentos.

A criação do BNDES Prodesign, em linha com a política industrial do Plano Brasil Maior, parte da constatação de que a geração de valor das cadeias produtivas incluídas no programa está diretamente vinculada aos investimentos nos chamados intangíveis, como inovação, design, moda e marketing. Tais investimentos passaram a ocupar posição de destaque, ao lado da logística e do controle de canais de distribuição e de vendas. 

Entre os itens financiáveis pelo novo programa estão as despesas relacionadas a pesquisa, desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos, embalagens, desenho industrial e design de moda, associados a ergonomia, concepção, conforto e estilo; aquisição de softwares desenvolvidos no país; despesas com treinamento, participação em feiras e eventos, no Brasil ou no exterior, e capacitações gerencial, técnica e de apoio operacional; estudos, consultorias e projetos de certificação e registros no INPI, entre outros itens.

O Prodesign é mais um instrumento do BNDES de apoio à inovação e consolida a atuação do Banco no fomento a investimentos em ativos intangíveis para empresas de todos os portes. Atualmente, o Banco já financia projetos de design para micro, pequenas e médias empresas por meio do Cartão BNDES.

Clique aqui para visitar a página do Prodesign.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Reforma política do estado de Minas Gerais

Foi implementada pelo Governador Antônio Anastasia a nova reforma política do Estado de Minas Gerais.
Para conhecimento segue a formação da nova estrutura da Secretaria de Estado de Desenvolvimento. 

Segue a íntegra da alteração do Art.152.

Art. 15 . O art. 152 da Lei Delegada nº 180, de 2011, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 152 . A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico tem a seguinte estrutura orgânica básica:
I – Gabinete;
II – Assessoria Jurídica;
III – Auditoria Setorial;
IV – Assessoria de Comunicação Social;
V – Assessoria de Gestão e Inteligência Estratégica;
VI – Unidade Central de Parcerias Público-Privadas;
VII – Central Exportaminas;
Viii – Subsecretaria de indústria, Comércio e Serviços:
a) Superintendência de Apoio à Competitividade e ao Empreendedorismo;
b) Superintendência de Desenvolvimento da Produção;
c) Superintendência de Artesanato, Cooperativismo e Apoio ao Setor Terciário;
ix – Subsecretaria de investimentos Estratégicos:
a) Superintendência de Planejamento, Integração e Financiamento ao Investimento;
b) Superintendência de Logística;
c) Superintendência de Projetos Especiais;
x – Subsecretaria de Política Mineral e Energética:
a) Superintendência de Política Mineral;
b) Superintendência de Política Energética;
xi – Superintendência de Planejamento, Gestão e Finanças .

Publicado por Diário Oficial do Estado de Minas Gerais (extraído pelo JusBrasil)

Conheça o PL4440/13 completo.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Segmento têxtil de Minas passa por fase de recuperação

Alta do dólar inibiu as importações e favoreceu o setor .
ABIT / DIVULGAÇÃO
Desempenho das empresas até o terceiro trimestre está melhor que em 2012
Desempenho das empresas até o terceiro trimestre está melhor que em 2012
Uma feira de produtos têxteis, especialmente da China e da Índia, aberta na última quarta-feira em São Paulo, provocou protestos de trabalhadores e empresários em repúdio ao aumento das importações, que estaria comprometendo a sobrevivência do setor e gerando desemprego em todo o país. Em Minas, a situação também é preocupante, mas as expectativas são mais positivas, já que de janeiro a setembro os resultados foram melhores do que no mesmo período de 2012, sobretudo devido à desvalorização do real frente ao dólar.

"Em Minas, o momento é de recuperação. Mas a situação ainda é preocupante", pontua o presidente do Sindicato da Indústria de Tecelagem e Fiação do Estado de Minas Gerais (Sift-MG), Fabiano Soares Nogueira, considerando a concorrência enfrentada pela indústria nacional, a alta carga tributária, os custos trabalhistas e a infraestrutura deficitária. Porém, as oscilações do dólar nos últimos meses acabaram por inibir as importações, favorecendo o setor. "Até o terceiro trimestre, o ano foi melhor que no mesmo período de 2012", afirma.

"O que conteve as importações foi a alta do dólar, que chegou a R$ 2,38", diz Nogueira. Mesmo com as oscilações e a atual cotação de R$ 2,17, ainda assim "2013 está melhor do que em 2011, quando o dólar ficou em torno de R$ 1,60". Nessa ocasião, observa, "as importações cresceram de forma absurda, mas já esteve bem pior". Embora prefira não arriscar um valor da moeda que poderia favorecer o setor, ele indica que as projeções para 2014, de que o dólar deve oscilar entre R$ 2,30 e R$ 2,40, "teria um impacto positivo", mesmo que provoque aumentos no preço do algodão e de máquinas.


Nogueira reconhece que o governo federal tem tentado conter essa onda de têxteis importados, por meio de desoneração da folha de pagamentos e também da alíquota de importação, que chega a 34%. No entanto, observa, considerando a alta carga tributária, este incentivo praticamente perde o seu efeito. Segundo ele, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o PIS e a Cofins, "representam 21,25% do produto cheio, ou seja, sobre o imposto embutido, o que chega a quase 30%", explica.

Na avaliação do dirigente, a considerar a carga tributária, nem mesmo a desvalorização do real pode garantir crescimento para o setor em Minas. "A indústria não vai crescer este ano. Vai ser um período de recuperação", avalia. Segundo ele, neste momento as empresas estão investindo em modernização para garantir aumento de produtividade. O empenho é justificado. Países como Camboja, Paquistão, Bangladesh e China não só oferecem subsídios, como têm uma legislação trabalhista mais flexível e, conseqüentemente, os custos de produção são menores.


ANDRA ROCHADiário do Comércio - 25/10/2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Lojistas preocupados com diminuição de vagas de estacionamento no Barro Preto


Descrição: http://www.cdlbh.com.br/midia/barro_preto_reuniao2.jpgDescrição: http://www.cdlbh.com.br/midia/barro_preto_reuniao.jpgDescrição: http://www.cdlbh.com.br/midia/barro_preto_reuniao1.jpgDescrição: http://www.cdlbh.com.br/midia/barro_preto_reuniao3.jpg

A extinção de vagas de estacionamento na região do Barro Preto foi o principal tema debatido na reunião mensal do Conselho Regional CDL Barro Preto, realizado nesta sexta-feira, 23 de agosto, na sede da CDL/BH. O coordenador do Conselho, Fausto Izac, recebeu representantes da BHtrans e da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para falar a respeito do assunto.
Izac relatou a preocupação dos comerciantes locais quanto à diminuição das vagas de estacionamento devido ao projeto de revitalização. “Muitos comerciantes estão com medo de diminuir as vendas, até mesmo quebrar, devido à retirada dessas 350 vagas. É inadmissível, nós já pedimos uma posição da Prefeitura e não obtivemos resposta”, expôs o coordenador.
O Gerente de Desenho Urbano da PBH, Mauro Cesar da Silva Ribeiro, explicou que o projeto de revitalização do Polo da Moda partiu da “premissa de melhorar a qualidade ambiental e dar uma ambiência mais agradável à região”. Ele explicou também que na Rua Mato Grosso foi priorizado o pedestre. “É o único trecho onde fizemos isto, é a cereja do bolo”.     
Já o Gerente de Estacionamentos e Logística Urbana (GELOG) da PBH, Sérgio Rocha, explicou que haverá a diminuição de vagas, o projeto já está desenvolvido, e se por um lado alguns terão perdas, por outro lado, outros ganharão. “Temos que estudar o que já existe, o que nós podemos pensar é em uma reestruturada no Barro Preto. Um estudo baseado no tempo de permanência das vagas já existentes”, enfatizou.
Izac aproveitou o momento para expor a questão dos rotativos e flanelinhas na região. Segundo o coordenador existem rotativos com cinco horas, tirando o tempo que poderia ser disponibilizado para os clientes e que muitas pessoas que trabalham na região deixam as chaves dos seus carros com os flanelinhas, permanecendo o dia inteiro, sem que haja alguma fiscalização.
De acordo com Sérgio Rocha, a questão dos rotativos também pode ser estudada para que possa diminuir o tempo de permanência dos veículos. “É importante pensarmos que o comerciante tem um interesse, os alunos da faculdade tem outro, aquela pessoa que tem que acompanhar um paciente em um dos hospitais da região também tem outro, temos que levar todos esses interesses em consideração”, esclareceu.
Quanto aos flanelinhas, Rocha explicou que a BHTrans não pode mais fazer autuação fiscal, sendo necessário o acompanhamento da Polícia Militar e Guarda Municipal para multar caso seja preciso e expos a escassez de equipe de fiscalização. “Coibir a ação do flanelinha com ação integrada com a PM tem resultado, mas não temos efetivo para isso. Hoje, temos uma equipe pequena, com cerca de 10 fiscais”, concluiu.

Reunião Câmara da Moda - Prefeitura de Belo Horizonte


Pessimismo ronda indústria mineira

Setores que geralmente faturam mais no segundo semestre não acreditam em aumento das encomendas .

A combinação do fraco desempenho do mercado interno com a alta do dólar e da inflação deverá continuar prejudicando o ritmo da indústria brasileira, a ponto de fazer com que nem mesmo o Natal consiga elevar os níveis de comercialização e salvar os negócios em 2013. Se, historicamente, fabricantes de setores como o de calçados, roupas e eletrodomésticos estavam acostumados com o tradicional aquecimento do segundo semestre em relação à primeira metade do ano, desta vez o cenário promete ser diferente. E há quem aposte que os últimos seis meses deste exercício permitirão apenas que se registrem resultados iguais aos observados em 2012.

Na Modelitos Confecções Ltda (Alphorria), especializada em moda feminina, instalada no Prado (região Oeste de Belo Horizonte), os pedidos para o Natal já foram encerrados e os resultados não foram muito favoráveis. De acordo com a diretora de Marketing, Wanessa Cabidelli, as encomendas ficaram 4,5% abaixo do nível registrado na mesma época do ano passado.

"As pessoas estão muito receosas com o desenrolar da economia e, por isso, evitando consumir. O varejo, em alerta, não está realizando grandes investimentos, nem mesmo para o Natal, que costuma ser sua principal data em vendas", explica.

Segundo ela, a baixa no volume de pedidos de certa forma surpreendeu, pois o nível de vendas do primeiro semestre havia sido positivo, principalmente quando considerada a atual conjuntura econômica do país. "Mesmo em meio a estes fatores, encerramos o primeiro semestre com as vendas equilibradas com a primeira metade do exercício anterior. Já o segundo semestres deste ano não promete o mesmo ritmo", diz.


Desta maneira, conforme Wanessa Cabidelli, a Alphorria trabalha com a expectativa de manter o nível dos negócios em 2013 no mesmo patamar registrado em 2012. "Estamos buscando pelo menos o equilíbrio, mas sabemos que tudo pode acontecer", alerta.
Situação semelhante é vivida pela fábrica de calçados, bolsas e acessórios femininos Luiza Barcelos, localizada no bairro São Francisco (região da Pampulha). De acordo com o proprietário, Luiz Raul Aleixo Barcelos, apesar de tradicionalmente o segundo semestre ser mais aquecido do que o primeiro, em virtude das vendas relacionadas ao Natal, em 2013, ao que parece, a situação será diferente, já que o nível de encomendas não está superando as realizadas na primeira metade deste ano.

"Enquanto nos primeiros seis meses de 2013 contabilizamos alta entre 35% e 40% sobre o mesmo período do ano passado, no segundo semestre, até o momento, estamos com média de 20% sobre igual intervalo de 2012", exemplifica.

Barcelos ressalta que o ritmo de encomendas tende a se intensificar a partir do próximo mês. Porém, ele admite que os números não deverão se elevar muito além dos 20%, justamente pelo cenário vivido pela economia brasileira em geral. "O mercado interno está muito devagar e o Natal não deverá ser suficiente para impulsionar os resultados. Ainda assim, encerrar o ano com esse crescimento (20%) sobre 2012 já estará de bom tamanho", pondera.

Cedo - Já para o vice-presidente de Operações da Black & Decker do Brasil Ltda, fabricante de eletrodomésticos e ferramentas elétricas, com unidade industrial de Uberaba (Triângulo), Domingos Dragone, ainda é cedo para qual prognóstico. Segundo ele, no caso da empresa, o período de encomendas está apenas começando e o mercado está muito confuso, não sinalizando se vai crescer ou diminuir.

No entanto, o executivo admite que se for considerada a atual conjuntura, os resultados do próprio Natal e do segundo semestre como um todo poderão ser fracos e frustrantes. "O clima do momento é complicado. Temos o problema cambial, o consumo está retraído e o crédito saturado", justifica.

Por isso, segundo ele, os planos da Black & Decker neste momento são de muita cautela. Mas, o primeiro semestre não foi dos piores. Conforme ele, os negócios cresceram entre 5% e 7% sobre a mesma época do ano passado, embora tenham ficado abaixo do esperado.

Para o segundo semestre, de acordo com Dragone, pode ser que o ritmo se mantenha. "Nos últimos anos registramos crescimentos na casa dos dois dígitos. Em 2013 isso não deve acontecer. Vamos ficar entre 5% e 10%, que é menos do que a empresa precisa, menos do que esperávamos e mais do que o mercado permite neste momento".

MARA BIANCHETTI
Diário do Comércio