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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ritmo de encomendas, Copa e eleição animam setor de vestuário


O elevado ritmo de encomendas deste início de ano e a procura de expositores por estandes no Minas Trend, que já esgotaram as vagas para participação no maior evento de moda do Estado, estão trazendo boas perspectivas para a indústria do vestuário de Minas Gerais. Além disso, a Copa do Mundo e as eleições também devem colaborar para impulsionar o setor.

A avaliação é do presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário no Estado de Minas Gerais (Sindivest-MG), Michel Aburachid. "Em 2013, o resultado do setor foi positivo em relação a 2012 e registramos um crescimento entre 8% e 10%. Estamos otimistas para este ano", disse.

Aburachid conta que, além das encomendas estarem aquecidas de forma geral, o segmento de uniformes industriais merece destaque ainda maior. Para ele, este é um indicador de que todo o parque fabril espera um 2014 mais aquecido. "Isso reforça as perspectivas positivas", afirmou.

A valorização do dólar é outro fator que vai colaborar e que, inclusive, proporcionou melhores condições do setor competir com importados. "Estamos mais competitivos e temos condições de voltar a exportar", pontua. Além disso, não há, pelo menos por enquanto, segundo Aburachid, tendência de aumento de preços de tecidos. "Os preços ainda são os mesmos de setembro do ano passado", disse.

Por outro lado, o aumento de 6,78% no salário mínimo, que passou de R$ 678 para R$ 724 em 1º de janeiro, deve ter um pequeno impacto nos custos. No final da equação, esclarece o industrial, o preço final dos produtos no Estado deve ter uma alta de 3%.

Em relação ao nível de emprego, Aburachid explica que, se houve alguma perda de postos de trabalho, ela aconteceu em função da sazonalidade do período natalino, quando as empresas do setor costumam diminuir o ritmo de produção para, em fevereiro e março, retomar o ritmo para entregar as encomendas da colação outono-inverno.

Ele explica ainda que na indústria do vestuário é a própria atividade a responsável por formar trabalhadores qualificados, apesar de o setor ter que conviver com elevados índices de rotatividade dos funcionários no segmento.

De acordo com as informações do Sindivest-MG, a indústria do vestuário reúne um parque de aproximadamente 6 mil empresas em Minas Gerais. Juntas elas geram aproximadamente 180 mil empregos diretos.

Fonte DC 21/01/2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Confira as datas dos lançamentos de cada marca

Calendário de lançamentos de pronta entrega Inverno 2014 em BH.

Absinto 1ª Quinzena de Fevereiro
Adena 10/2
Alfazema 3/2
Anne Fernandes 21/1
Apoá 18/2
Arte Brilho Final de fevereiro
Áurea Prates Entre os dias 10 e 17/2
B.Bouclé 28/1
B.Fly Entre os dias 04 e 10/2
Bahal 2ª Quinzena de Fevereiro
Bárbara Valente 3/2
Bora Bora 4/2
Bwana Preview em Fevereiro
Cajo 21/2
Calf 10/2 
Caos Fevereiro
Caricatura 15/2 Previsto
Chocolate 15/2 Previsto
Cia da Moda 21/1
Civil 5/2
Cláudia Marisguia 17/2
Cláudia Rabelo 15/1
Cleo Carvalho 21/1
DBZ 10/3
Decote 2ª Quinzena de Fevereiro
Desirèe 1ª Semana de Fevereiro
Ditame 18/2 
Divina Pele 21/1
DLart 2ª Quinzena de Fevereiro
DLú 11/2
Editorial 18/2
Elaine Fernandes 04/02 Previsto
Engenharia da Roupa Fevereiro
Ex Multimarcas Início de Fevereiro 
Faven Entre os dias 10 e 15/2
Fleche Dor 1ª Semana de Fevereiro
Fourton 12/2 Previsto
Fruta Cor 04/2 Previsto
Gloss Fevereiro
Heaven 1ª Semana de Fevereiro
Heliana Lages 11/3
Helô Bicalho Entre 10 e 17/2
Iorane 10/2
Isabella Paes 5/2
Jes 2ª Quinzena de Fevereiro
Lafê 1ª Quinzena de Fevereiro
Lenelee 17/2
Lígia Nogueira 10/2
Lita Raies 18/2
Lore 4/2
Lume Fevereiro
Madrepérola 3/2
Márcia Morais 5/2
N.N Até 15/2
Neca 1ª Quinzena de Fevereiro
Nosotras 22/1 
Padronagem 17/2 Previsto
Patchoulee Início de Fevereiro
Patogê 20/1
Plataforma 4/2
Poá Acess. 4/2
Primeira Etapa Março
Push Pull 10/2
Rampage 10/2
Regina Salomão 27/2
Renata Campos 2ª Quinzena de Fevereiro
Sabor de Hortelã 2ª Quinzena de Fevereiro
Schleife 23/1
Silvânia Miranda Fevereiro
Skazi 28/1
Sorelle 1ª Quinzena de Fevereiro 
Strass 3/2
Thamara Capelão 17/2
Tidda 2ª Quinzena de Fevereiro
Traquinage 11/2
Tule 3/2
Última Hora 17/2 Previsto
Uzee Final de Fevereiro
Vanessa Madsen 3/2
Vidivici 3/2
Yuppie 18/2 Previsto * 


As datas acima foram informadas diretamente pelas confecções e estão sujeitas à mudanças.


terça-feira, 26 de março de 2013

Fashion City Brasil



O mega empreendimento, Fashion City Brasil (FCTY), para tornar Belo Horizonte um grande centro de compras nacional de atacado para o setor de Modas foi apresentado na reunião mensal do Conselho Barro Preto, realizado nesta sexta-feira, 22 de março. A gerente Comercial, Samantha Cotrufo, expôs detalhes do projeto que existe há mais de sete anos.
De acordo com a gerente, o número de clientes do setor de Moda diminuiu bastante nos últimos anos na Capital. Atualmente, “São Paulo corresponde por 50% do mercado e BH vem em segundo lugar com 20%”, disse. Apesar disso, a mesma pesquisa que relevou estes dados também mostrou que “a maioria dos clientes de atacado vão a São Paulo por que não tem outra opção”, expôs Cotrufo. 
A pesquisa evidenciou que a Capital Mineira não atende a principal necessidade dos clientes de atacado que é um mix de produtos variados. Apesar disso, 23% dos consumidores entrevistados se pudessem escolher alguma cidade com um novo polo distribuidor de Moda, o local escolhido seria Belo Horizonte, contra apenas 12% optantes pela Capital Paulista. Diante desta necessidade, surgiu a criação do shopping.
“O Fashion City Brasil será muito mais que um local para aluguel de espaço, será um centro gerador de fluxo de clientes e oxigenador da região”, afirmou Cotrufo. Localizado a 4 km do aeroporto de Confins, o shopping terá 200.000  m² de terreno e uma área construída de 86.000 m².
E não para por aí, os números do FCTY impressionam. Ao todo, serão 514 lojas com 380 marcas diferentes. Estacionamento para mil carros e 60 vans, que, inclusive, terão transporte gratuito. Além disso, o empreendimento contará com um Hotel, Memorial da Moda, Praça de Alimentação, Tour Virtual e passarela para desfiles.
O coordenador do Conselho Barro Preto, Fausto Izac, questionou a gerente comercial do FCTY se o projeto vai dar atenção especial ao mercado de Belo Horizonte. “Desde o início existia uma preocupação em atender os produtos de Belo Horizonte e também aqueles do interior de Minas que acabavam se perdendo”, afirmou Samantha Cotrufo.
Segundo ela, 1/3 dos espaços serão reservados somente para Minas, com 30 marcas de BH e 160 das demais regiões do Estado. Além disso, o shopping terá integração com os polos de Moda da Capital.
A previsão é que o novo centro de compras atacadistas seja inaugurado em março de 2015.

Fonte: CDL BH

sábado, 23 de março de 2013

Fashion City Brasil e então?


Ouvi falar sobre esse projeto a um tempo atrás e confesso não acreditei que pudesse decolar. Achei o projeto grandioso demais.

Ainda continuo achando mas tenho percebido um movimento de maior divulgação do empreendimento e tenho algumas dúvidas.

O Fashion City é com certeza uma potência tanto pelo projeto quanto pelos investidores. Totalmente voltado para o atacado terá 514 lojas e uma média de 380 marcas. Ele será construído a 4 km do aeroporto. O projeto contemplará a construção de hotel, praça de alimentação, espaço permanente para desfiles. Ações estruturadas de marketing e treinamento. Fantástico!!!

O investimento está baseado em uma pesquisa onde entre muitos dados coletados dois me chamaram a atenção: a grande maioria dos entrevistados (lojistas do país inteiro) disseram que prefeririam fazer suas compras em Belo Horizonte e 80% dos lojistas que fazem suas compras em BH vêm de avião.

E aí eu me pergunto: porque esse lojista viria ao Centro de Belo Horizonte, enfrentaria o trânsito, perderia horas preciosas de vendas de suas mercadoria? Posso estar muito errada, mas esse lojista não virá mais ao Prado, Gutierrez, São Pedro etc.

Hoje a região do Prado conta com uma média de 300 confecções. Pelo projeto apenas 35 marcas de Belo Horizonte estarão no Fashion City. 

Bem, o Fashion City irá trabalhar com os corretores que atendem em Belo Horizonte. Mas isso é o óbvio uma vez que os corretores são uma força de vendas extraordinária.

Não tenho dúvidas que o Fashion City irá contribuir bastante com o desenvolvimento do chamado Vetor Norte ainda mais que a mão de obra para atender o empreendimento será capacitada na própria região. 

Na minha opinião é preciso a isenção de interesses para estudar os prós e contras desse projeto e chegar a um consenso que desenvolva a TODOS.

Conselho Regional CDL do Barro Preto recebe presidente da Belotur


No dia 25 de fevereiro foi realizada na sede da CDL/BH a reunião do Conselho Regional CDL do Barro Preto. O presidente da Belotur, Mauro Werkema, destacou a importância da consolidação do setor da moda como um dos atrativos turísticos de Belo Horizonte. “Setores como o de moda atraem hoje mais pessoas para a capital do que as obras do Niemeyer. O Pólo da moda é muito mais significativo no sentido de atração de visitantes, emprego e renda do que a Pampulha ou a Praça da Liberdade”, disse.
Para o diretor do Conselho CDL Barro Preto, Fausto Isac, com o projeto de requalificação do Barro Preto, a tendência é que o mercado de moda mineiro cresça ainda mais.

Fonte: CDL/BH